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Qual a importância de um site?

domingo, 21 de novembro de 2010

Fábio Ângelo Criação e desenvolvimento de sites

A internet é uma rede composta por milhões de redes interconectadas mundialmente, sendo também uma das formas mais eficazes de propaganda e marketing que existe.

Hoje em dia sua empresa na internet significa está no canal de vendas 24 horas online.

Trabalho seguindo os padrões web, o que garantirá a você um site muito mais ágil e acessivel.

Responsabilidade maior: Atrair clientes para meus clientes e ajudá-lo a chegar ao seu objetivo.

Faça parte deste mundo e tenha o mundo em suas mãos.

http://www.fabioangelo.xpg.com.br


sábado, 10 de julho de 2010

CSS

Cascading Style Sheets (ou simplesmente CSS) é uma linguagem de estilo utilizada para definir a apresentação de documentos escritos em uma linguagem de marcação, como HTML ou XML. Seu principal benefício é prover a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.

Ao invés de colocar a formatação dentro do documento, o desenvolvedor cria um link (ligação) para uma página que contém os estilos, procedendo de forma idêntica para todas as páginas de um portal. Quando quiser alterar a aparência do portal basta portanto modificar apenas um arquivo.


Resultado obtido no Acid2 satisfatoriamente.Com a variação de atualizações dos navegadores (browsers) como Internet Explorer que ficou sem nova versão de 2001 a 2006, o suporte ao CSS pode variar. O Internet Explorer 6, por exemplo, tem suporte total a CSS1 e praticamente nulo a CSS2. Navegadores mais modernos como Opera, Internet Explorer 7 e Mozilla Firefox tem suporte maior, inclusive até a CSS 3, ainda em desenvolvimento.

A interpretação dos browsers pode ser avaliada com o teste Acid2, que se tornou uma forma base de revelar quão eficiente é o suporte de CSS, fazendo com que a nova versão em desenvolvimento do Firefox seja totalmente compatível a ele assim como o Opera já é.

sábado, 3 de julho de 2010

PHP

Histórico
A linguagem surgiu por volta de 1994, como um pacote de programas CGI criados por Rasmus Lerdorf, com o nome Personal Home Page Tools, para substituir um conjunto de scripts Perl que ele usava no desenvolvimento de sua página pessoal. Em 1997 foi lançado o novo pacote da linguagem com o nome de PHP/FI, trazendo a ferramenta Forms Interpreter, um interpretador de comandos SQL.

Mais tarde, Zeev Suraski desenvolveu o analisador do PHP 3 que contava com o primeiro recurso de orientação a objetos, que dava poder de alcançar alguns pacotes, tinha herança e dava aos desenvolvedores somente a possibilidade de implementar propriedades e métodos.

Pouco depois, Zeev e Andi Gutmans, escreveram o PHP 4, abandonando por completo o PHP 3, dando mais poder à máquina da linguagem e maior número de recursos de orientação a objetos. O problema sério que apresentou o PHP 4 foi a criação de cópias de objetos, pois a linguagem ainda não trabalhava com apontadores ou handlers, como são as linguagens Java , Ruby e outras.

O problema fora resolvido na versão atual do PHP, a versão 5, que já trabalha com handlers. Caso se copie um objeto, na verdade copiaremos um apontador, pois, caso haja alguma mudança na versão original do objeto, todas as outras também sofrem a alteração, o que não acontecia na PHP 4.

Trata-se de uma linguagem extremamente modularizada, o que a torna ideal para instalação e uso em servidores web. Diversos módulos são criados no repositório de extensões PECL (PHP Extension Community Library) e alguns destes módulos são introduzidos como padrão em novas versões da linguagem. É muito parecida, em tipos de dados, sintaxe e mesmo funções, com a linguagem C e com a C++. Pode ser, dependendo da configuração do servidor, embarcada no código HTML. Existem versões do PHP disponíveis para os seguintes sistemas operacionais: Windows, Linux, FreeBSD, Mac OS, OS/2, AS/400, Novell Netware, RISC OS, AIX, IRIX e Solaris.

A Wikipédia funciona sobre um software inteiramente escrito em PHP, usando bases de dados MySQL: o MediaWiki.

Construir uma página dinâmica baseada em bases de dados é simples com PHP, (em parte, vale lembrar), este provê suporte a um grande número de bases de dados: Oracle, Sybase, PostgreSQL, InterBase, MySQL, SQLite, MSSQL, Firebird, etc., podendo abstrair o banco com a biblioteca ADOdb, entre outras.

PHP tem suporte aos protocolos: IMAP, SNMP, NNTP, POP3, HTTP, LDAP, XML-RPC, SOAP. É possível abrir sockets e interagir com outros protocolos. E as bibliotecas de terceiros expandem ainda mais estas funcionalidades.

Existem iniciativas para utilizar o PHP como linguagem de programação de sistemas fixos. A mais notável é a PHP-GTK. Trata-se de um conjunto do PHP com a biblioteca GTK, portada do C++, fazendo assim softwares inter-operacionais entre Windows e Linux. Na prática, essa extensão tem sido muito pouco utilizada para projetos reais. [carece de fontes?].

[editar] Principais características
A linguagem PHP é uma linguagem de programação de domínio específico, ou seja, seu escopo se estende a um campo de atuação que é o desenvolvimento web, embora tenha variantes como o PHP-GTK. Seu propósito principal é de implementar soluções web velozes, simples e eficientes.

Características:

Velocidade e robustez
Estruturado e orientação a objeto
Portabilidade - independência de plataforma - escreva uma vez, rode em qualquer lugar;
Tipagem fraca
Sintaxe similar a Linguagem C/C++ e o PERL
[editar] PHP 5
Em junho de 2004 foi lançada a versão 5 do PHP, introduzindo um novo modelo de orientação a objeto, incluindo a reformulação dos construtores e adição de destrutores (ver exemplo contextualizado em anexo), visibilidade de acesso, abstração de objeto e interfaces de objetos.

O tratamento de objetos do PHP foi completamente reescrito, permitindo um desempenho melhor e mais vantagens. Enquanto na versão anterior era preciso muito esforço para atender à orientação a objetos e aos padrões de projectos (alguns não eram possíveis), o PHP 5 veio para sanar essa deficiência. Ainda sofre nesse sentido, contudo, por problemas devido a ser uma linguagem de tipagem fraca.

[editar] Indução de tipo
Nesse sentido, foi adicionada uma característica chamada de indução de tipo, de acordo com a qual podemos ter uma certa tipagem quando passamos objetos aos parâmetros de uma função (ou método), algo inconcebível na versão anterior. Ver exemplo contextualizado em anexo.

[editar] Visibilidade
A visibilidade de uma propriedade ou método pode ser definida com os seguintes modificadores de acesso: public, protected ou private. Itens declarados como públicos podem ser acessados pelo objeto (instância da classe). Membros protegidos estão acessíveis às classes filhas (herdadas). A visibilidade privada limita a apenas a classe que define o atributo ou método. Ver exemplo contextualizado em anexo.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 19 de junho de 2010

O que são servidores

Em informática, um servidor é um sistema de computação que fornece serviços a uma rede de computadores. Esses serviços podem ser de natureza diversa, como por exemplo, arquivos e correio eletrônico. Os computadores que acessam os serviços de um servidor são chamados clientes. As redes que utilizam servidores são do tipo cliente-servidor, utilizadas em redes de médio e grande porte (com muitas máquinas) e em redes onde a questão da segurança desempenha um papel de grande importância. O termo servidor é largamente aplicado a computadores completos, embora um servidor possa equivaler a um software ou a partes de um sistema computacional, ou até mesmo a uma máquina que não seja necessariamente um computador.

A história dos servidores tem, obviamente, a ver com as redes de computadores. Redes permitiam a comunicação entre diversos computadores, e, com o crescimento destas, surgiu a idéia de dedicar alguns computadores para prestar algum serviço à rede, enquanto outros se utilizariam destes serviços. Os servidores ficariam responsáveis pela primeira função.

Com o advento das redes, foi crescendo a necessidade das redes terem servidores e minicomputadores, o que acabou contribuindo para a diminuição do uso dos mainframes.

O crescimento das empresas de redes e o crescimento do uso da Internet entre profissionais e usuários comuns foi o grande impulso para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para servidores.
Em informática, um servidor é um sistema de computação que fornece serviços a uma rede de computadores. Esses serviços podem ser de natureza diversa, como por exemplo, arquivos e correio eletrônico. Os computadores que acessam os serviços de um servidor são chamados clientes. As redes que utilizam servidores são do tipo cliente-servidor, utilizadas em redes de médio e grande porte (com muitas máquinas) e em redes onde a questão da segurança desempenha um papel de grande importância. O termo servidor é largamente aplicado a computadores completos, embora um servidor possa equivaler a um software ou a partes de um sistema computacional, ou até mesmo a uma máquina que não seja necessariamente um computador.

A história dos servidores tem, obviamente, a ver com as redes de computadores. Redes permitiam a comunicação entre diversos computadores, e, com o crescimento destas, surgiu a idéia de dedicar alguns computadores para prestar algum serviço à rede, enquanto outros se utilizariam destes serviços. Os servidores ficariam responsáveis pela primeira função.

Com o advento das redes, foi crescendo a necessidade das redes terem servidores e minicomputadores, o que acabou contribuindo para a diminuição do uso dos mainframes.

O crescimento das empresas de redes e o crescimento do uso da Internet entre profissionais e usuários comuns foi o grande impulso para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para servidores.
Em informática, um servidor é um sistema de computação que fornece serviços a uma rede de computadores. Esses serviços podem ser de natureza diversa, como por exemplo, arquivos e correio eletrônico. Os computadores que acessam os serviços de um servidor são chamados clientes. As redes que utilizam servidores são do tipo cliente-servidor, utilizadas em redes de médio e grande porte (com muitas máquinas) e em redes onde a questão da segurança desempenha um papel de grande importância. O termo servidor é largamente aplicado a computadores completos, embora um servidor possa equivaler a um software ou a partes de um sistema computacional, ou até mesmo a uma máquina que não seja necessariamente um computador.

A história dos servidores tem, obviamente, a ver com as redes de computadores. Redes permitiam a comunicação entre diversos computadores, e, com o crescimento destas, surgiu a idéia de dedicar alguns computadores para prestar algum serviço à rede, enquanto outros se utilizariam destes serviços. Os servidores ficariam responsáveis pela primeira função.

Com o advento das redes, foi crescendo a necessidade das redes terem servidores e minicomputadores, o que acabou contribuindo para a diminuição do uso dos mainframes.

O crescimento das empresas de redes e o crescimento do uso da Internet entre profissionais e usuários comuns foi o grande impulso para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para servidores.

sábado, 29 de maio de 2010

Navegadores
São programas responsáveis por interpretar o conteúdo de um web site, disponibilizando assim a interface com a qual o usuário final irá interagir. O navegador está para o web design assim como o papel está para o jornal. A grande variedade de navegadores e discrepância entre os recursos fez seus próprios criadores caminharem em direção a um padrão comum. Atualmente é indispensável criar sites seguindo os padrões da W3C.

No desenvolvimento do site, o HTML deve ser criado seguindo os padrões do W3C (Web Standards) de forma que fique funcional, independente dos dispositivos (TV, celular, impressora, monitor etc). Apesar de em tese não haver a necessidade de testar em diversos navegadores, é um bom hábito testar em mais de um navegador (Firefox, Internet Explorer, Netscape, Opera, Safari, Chrome e outros), pois o layout do site pode apresentar diferenças em determinados navegadores, e o usuário que navega não entenderá o que está acontecendo.

Padrões
A World Wide Web Consortium (W3C) é o órgão responsável por recomendar padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se pode classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.

O grande objetivo de seguir os padrões do W3C é de possibilitar que a informação veiculada pelo site permaneça independente do dispositivo utilizado pelo visitante e que seja acessível.
Programas utilizados
Existe um leque enorme de programas usados pelos web designer. Para construção do código, por se tratar de simples texto, qualquer editor de texto pode servir de suporte para a criação do código. Entretanto, há programas tanto gratuitos como de uso comercial, com interface WYSIWYG, que são amplamente utilizados no mercado tanto para gerenciar sites, quanto para apenas editar códigos, como é o caso do Dreamweaver, Aptana, Expression Web, Frontpage (pouco aconselhável por gerar HTML exclusivamente para o Internet Explorer, além de gerar código com possiveis erros de sintaxe), na parte visual, os editores gráficos vetoriais Corel Draw, Illustrator ou o Inkscape), de bitmap GIMP, Photoshop ou o Fireworks. Para animações e recursos dinâmicos, o Flash é o mais utilizado. Em relação ao Flash, deve-se ter o cuidado de usá-lo apenas onde a solução seja impossível de ser reproduzida em HTML, jamais se usa em menus e áreas de conteúdo por ser um arquivo binário, não ser acessível e estar em desacordo com as recomendações do W3C.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Jornal O Dia - Matéria - Emprego real no mundo virtual maio.04

- Quantos profissionais existem atualmente na área de
webdesign em todo o Brasil?
É muito difícil precisar com exatidão este número. Nossa estimativa baseia-se: na quantidade de pessoas que se formam em faculdades e cursos profissionalizantes; na crescente quantidade de micro-empresas e profissionais autônomos que oferecem serviços de web design no país; e em pesquisas que a Abraweb realiza dentre seus potenciais associados.
Portanto, de acordo com as fontes de informação acima, estimamos um mercado com algo entre 70 e 80 mil profissionais. Deste universo, 40mil são associados a Abraweb (Associação Brasileira de Web Designers e Webmasters). Dentre estes, a maioria possui nível de profissionalização mais avançado (com curso profissionalizante ou formação superior).
Já no Estado do Rio de Janeiro, temos 15,2% de nossa base de associados, se transportamos isso para nossa estimativa de profissionais no país, temos aproximadamente, 11 mil profissionais só no Estado do Rio.

- Qual é a média de salário desses profissionais?
A média salarial dos web designers em empresas privadas gira em torno de 1 mil a 1.800 reais/mês

- Qual a variação de salários entre um profissional iniciante e um que já tem grande destaque no mercado? Como em diversas outras profissões os iniciantes ganham bem abaixo do que deveriam. Fica difícil até mesmo investir nos estudos e aperfeiçoamento. De acordo com os dados gerados pela resposta de 33 mil associados ABRAWEB que se dizem estudantes de web design ou profissionais formados acreditamos que a faixa salarial do iniciante vai de 500 a 1 mil reais. No entanto, profissionais de destaque chegam a ganhar até 7 mil reais/mês, dependendo do seu grau de conhecimento técnico, da diversidade de plataformas que domina e de sua capacidade criativa.
Muitos abrem sua agência de desenvolvimento de produtos para Internet e conseguem gerar novos empregos e faturar no mínimo 8 mil reais mensalmente.

- Qual a graduação necessária (e a recomendada) para que alguém possa começar a exercer a profissão?
Como não há uma regulamentação, a escolha do profissional de web design fica a critério de testes nas ferramentas de trabalho, do período de experiência que ele passa na empresa, e de seu portifólio. No início os web designers acreditavam que bastava ser autodidata para conquistar um lugar no mercado. Porém este cenário tem mudado. Mais e mais pessoas procuram a graduação na área e principalmente cursos para aperfeiçoamento de uso de softwares e atualização.
A graduação na área se tornou importante pela visão global de negócio, o aluno aprende desde direito na Internet até como integrar seu trabalho com as outras áreas e outros profissionais.

- Já existe algum curso de nível superior no Brasil específico para webdesign?
Sim. Há graduação para web design. As Universidades e Centros de Treinamento entenderam a necessidade do mercado e desenvolveram cursos de graduação na área. Hoje já há cursos reconhecidos pelo MEC como o de Design Digital da Universidade Anhembi Morumbi e o de Web Design no IBTA.


- A Abraweb tem alguma dica para quem tem interesse em seguir
nessa carreira?
A ABRAWEB disponibiliza através do site www.abraweb.com.br, ferramentas e informações que contribuem para a formação de web designers e webmasters e para sua atualização profissional.

São dezenas de dicas diferentes, enviadas por profissionais colaboradores e colunistas da ABRAWEB, que trabalham e tem sucesso na área e escrevem para o site da ABRAWEB .

Minha dica é : procure saber sobre marketing, sobre e-business, sobre as novas ferramentas, sobre atualizações de softwares, sobre equipamentos e dicas que facilitem na hora de desenvolver um website.

Envolva-se com o produto. Verifique qual é a finalidade da página que está criando
O ideal para atingir uma maturidade na criação de página é não parar de se aperfeiçoar nunca. Quem tem interesse por esta área vai ter trabalho selecionando os cursos, se informando e testando exaustivamente suas criações, desde testes de navegação até testes diante dos comentários alheios.

Seja forte, aceite críticas e procure graduação na área para aprender a ver de forma ampla e cada serviço ou produto que desenvolve e descobrir como é trabalhar em equipe, a maioria dos web designers ainda tem um trabalho solitário de desenvolvimento e criação. Entender clientes e desenvolvedores vai ser como aprender nova língua.

-Há algum tipo de registro para os profissionais formados?
Não, a profissão ainda não é regulamentada. Não há registro como web designer ou algum órgão que diferencie o profissional como o OAB para os advogados ou MTB de jornalistas.



- Quando a profissão de web designer começou a ser reconhecida?
quando foi a grande explosão de demanda por esse curso?
A história da profissão de web design está diretamente relacionada à própria história da evolução da Internet. A partir do momento em que a Internet virou um meio de comunicação e passou a precisar de profissionais desta área, que soubessem como disponibilizar de forma adequada uma informação a Internet começou a tomar a forma que conhecemos hoje, com interfaces gráficas para mostrar conteúdo. Isso aconteceu principalmente no início dos anos 90.
As pessoas passaram a adaptar-se à nova realidade e o layout e estética começou a ser mais valorizado.Profissionais que tinham conhecimento de design gráfico começaram a digitalizar suas criações para formato web e a aplicar funcionalidades para navegação no conteúdo.



Resposta enviada por : Stela Garcia , jornalista e diretora da ABRAWEB.

sábado, 15 de maio de 2010

Site, sítio, website, websítio, sítio na Internet, sítio web, sítio na web, sítio electrónico (português europeu) ou sítio eletrônico (português brasileiro) é um conjunto de páginas web, isto é, de hipertextos acessíveis geralmente pelo protocolo HTTP na Internet. O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web. As páginas num site são organizadas a partir de um URL básico, ou sítio onde fica a página principal, e geralmente residem no mesmo diretório de um servidor. As páginas são organizadas dentro do site numa hierarquia observável no URL, embora as hiperligações entre elas controlem o modo como o leitor se apercebe da estrutura global, modo esse que pode ter pouco a ver com a estrutura hierárquica dos arquivos do site.

Alguns sites, ou partes de sites, exigem uma subscrição, com o pagamento de uma taxa, por exemplo, mensal, ou então apenas um registo gratuito. Os exemplos incluem muitos sites pornográficos, partes dos sites de notícias, sites que fornecem dados do mercado financeiro em tempo real e a Enciclopédia Britânica.

Quando a World Wide Web foi criada, ela recebeu esse nome de seu criador Tim Berners-Lee.[1] Ele comparou a sua criação com uma teia, "web" em inglês. Cada nó dessa teia é um local (virtual) onde há hipertextos. Como a palavra inglesa para local é site (também derivada do latim situs: "lugar, local"), quando as pessoas queriam se referir a um local da teia, elas falavam, web site. Assim um novo nome surgiu para designar esse novo conceito de nó onde há um conjunto de hipertextos: Web site.

Batizada desta forma, a Web e seus Web sites tornaram-se mundialmente famosos e seus nomes empregados em diversas línguas. Em inglês foi necessário usar o qualificativo Web antes de site, para diferenciar de outros usos que a palavra site tem nesta língua, onde significa local. Mas quando o contexto deixava claro que se estava falando da Web, dizia-se apenas "site". Já na língua portuguesa, esse qualificativo não é necessário em momento algum, pois a palavra site é um anglicismo novo em nosso vocabulário e tem o único e mesmo significado de Web site.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fonte da revista web designer

Edição de maio :: n° 77

Inspirados no livro "Homepage: Usabilidade", de Jakob Nielsen e Marie Tahir, preparamos um especial adaptado ao universo do design de interfaces. Confira ainda matérias sobre biblioteca de padrões de interfaces, agilidade vs. qualidade na criação e design de interfaces para CMS's. Saiba mais (em PDF):




Efeitos da internet nas eleições 2010

eleicao2010Além do especial sobre mídias sociais, também foram destaques da edição de abril da Revista Webdesign os assuntos envolvendo as próximas eleições e o uso de estratégias digitais nas campanhas de políticos brasileiros.

Através da consulta de alguns profissionais da área, procuramos analisar os efeitos do planejamento criado pela equipe web de Barack Obama e o possível surgimento de um fenômeno semelhante no Brasil, além de como as agências digitais podem explorar este segmento.

A discussão foi tão boa que decidimos trazê-la para cá também. A seguir, confira o resultado das entrevistas com os especialistas Fabiano Carnevale, secretário nacional de comunicação do Partido Verde e membro da equipe do Gabeira.com desde 1998, e Moriael Paiva, diretor executivo de criação da Talk Interactive.

WD :: No documentário “Obama Digital”, alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie apresentaram as principais características envolvendo o planejamento de comunicação digital realizado na campanha de Barack Obama. Levando-se em consideração a realidade brasileira, o que podemos esperar para as próximas eleições, em termos de campanhas políticas digitais? Você acredita que haverá um uso massivo das ferramentas digitais por parte dos candidatos brasileiros?

Fabiano :: Primeiramente, é importante ressaltar que o tipo de campanha realizada por Obama é impossível de ser replicada no Brasil. Pelas diferenças entre a forma de utilização da internet nos dois países, de legislação e, principalmente, pelo tempo eleitoral, que no Brasil é limitada em quatro meses, enquanto nos EUA, dura quase dois anos. Isso nos obriga a recolocar a campanha pela internet no Brasil a partir dessas peculiaridades.

Tem muita gente (alguns sérios, outros nem tanto) vendendo a ideia de que, se o Obama fez lá, nós podemos fazer aqui, o que não é verdade. Mas é fato que o papel desempenhado pela internet nas estratégias de comunicação das campanhas será profundamente relevante por aqui nesse ano. Todos os candidatos e partidos estão se preparando para isso, o que difere é a quantidade de recursos alocados para esse tipo de campanha e, principalmente, as estratégias.

Moriael :: Acho que teremos, sim, um uso intenso. Mas também acho que quem tentar simplesmente copiar a fórmula digital do Obama pode se dar mal. Copiar o modelo on-line não é a solução. O sucesso da campanha americana foi uma estratégia inteligente de relacionamento para todos os canais, integrada, alinhada. Sair criando sites, Twitter, redes sociais digitais e não respeitar os princípios da interação e da comunicação de duas vias da internet não adianta.


domingo, 18 de abril de 2010

Qual a diferença entre Web Design e Web Master?

Um webmaster é um profissional que tem por finalidade a tarefa de instalar, dar manutenção, criar e realizar a gestão de um determinado site. Por vezes, o webmaster acumula a tarefa de administração de servidores na qual se hospeda o site.

Para colocar uma página na Internet, é necessário um profissional que saiba operar as tarefas entre um computador e a Internet. Este profissional é o Webmaster. O webmaster (se for o caso) recebe do webdesigner os arquivos (em disquete ou CD) do Site com o design pronto e já pré-configurados para ser colocado na Internet. Depois, insere algumas configurações como: incluir contador de acesso, registros em formulários e alguns outros registros de funcionamento. O webmaster também executa algumas outras funções como:

1- Manutenção de um Site. (atualizações e modificações)

2- Cadastrar seu Site (como um pequeno anúncio) em Sites de busca nacionais e internacionais.

3- Verificar com frequência se o Site está em perfeito funcionamento.


WEBDESIGN

O web design é uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.

O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a programação, adoção de webstandards, inovações nos recursos dos navegadores em conjunto com o design gráfico, estão em constante evolução afetando diretamente esta atividade.

A preocupação fundamental em web design é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma intuitiva.

É claro, não é apenas isso, tem muito mais definições por aí, basta deduzirmose analisarmos as definições que são cabíveis ao seu tipo de trabalho.

domingo, 11 de abril de 2010



Fonte da revista web designer
www.revistawebdesign.com.br
Edição de abril :: n° 76

Neste mês, você vai conferir o resultado da reforma gráfica e editorial da Revista Webdesign. Além disso, falamos sobre os próximos passos das mídias sociais, campanhas eleitorais pela web, HTML 5, Papervision 3D e semiótica aplicada no design de interfaces. Saiba mais (em PDF):
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sábado, 10 de abril de 2010

Fabio


O web design pode ser visto como uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.

O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.

A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.